Seja bem-vindo (a) ao Blog do NTE de Barra do Corda. O objetivo do nosso blog é divulgar as ações realizadas pelas escolas das UREs de Barra do Corda e Pedreiras no desenvolvimento de Projetos Pedagógicos, envolvendo o uso das mídias educacionais. Estamos em fase de construção. Colabore conosco, enviando textos, vídeos, fotos, conte-nos sua experiência relacionadas ao uso das mídias no cotidiano escolar.
- NTE/BC
- O Núcleo de Tecnologia Educacional de Barra do Corda foi criado no ano de 1999 e ao longo de sua história procura desenvolver suas ações de acordo com as diretrizes básicas do Poinfo Integrado e órgãos vinculados aos programas de inserção das novas tecnologias nas escolas públicas da rede estadual e municipal. Apresenta como objetivo a integração das mídias existentes nas escolas, como mais uma ferramenta de apoio ao ensino e a aprendizagem. Somos uma equipe composta de oito formadoras, sendo elas Antonia Vieira Alves, Irene Lima Chaves, Iusa Bílio de Sousa Arruda, Janete de Abreu Cavalcante, Maria Arlete Diniz da Silva, Maria Vanda de Sousa Araújo, Marise Alves Moura, Olga Guimarães Ribeiro.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
12 DE NOVEMBRO DIA DO DIRETOR
sábado, 8 de novembro de 2008
CURSO DE INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO DIGITAL CHEGA À URE DE PEDREIRAS
ESCOLAS DE BARRA DO CORDA REALIZAM III CONFERÊNCIA INFANTO-JUVENIL
III CONFERÊNCIA INFANTO-JUVENIL PELO MEIO AMBIENTE
Escolas de todo o Brasil realizaram no período de 1/10 a 6/11/2008, a III Conferência Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente, que este ano, aborda a temática "Mudanças Ambientais Globais". A conferência tem como objetivos principais sensibilizar alunos e a comunidade escolar sobre os impactos do aquecimento global nas atividades humanas e ecossistemas e que medidas são necessárias para diminuir esses efeitos. Além de discutir as mudanças ambientais globais a partir dos subtemas: água, ar, terra e fogo; compreender as conseqüências do aquecimento global para o planeta Terra e quais são suas causas e perceber a relação existente entre os problemas locais, regionais e globais. O anexo do CE Antonio Corrêa, no Povoado Palmeiral realizou o evento no dia 27/10/08, quando a formadora Antonia Vieira Alves chegava para iniciar o Curso de Introdução á Educação Digital com os professores daquela escola e fez o registro do evento.CAPACITAÇÃO NA ESCOLA DA ALDEIA ZUTIA - ARAME/MA

As formadoras do NTE/BC no Curso de Introdução à Educação Digital, Profªs Antonia Vieira e Irene Chaves estiveram na primeira quinzena de outubro fazendo a capacitação dos professores da Escola CE Indígena Azuru na Aldeia Zutia municipio de Arame. O Cuso de Introdução à Educação Básica tem a duração de 40 h e faz parte do Proinfo Integrado, que visa a formação continuada dos professores e agentes educacionais para o uso pedagógico das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs). segunda-feira, 29 de setembro de 2008
MULTIPLICADORAS DO NTE/BC PARTICIPAM DE ENCONTRO PROMOVIDO PELO MEC EM NATAL
ESCOLAS DA URE DE BARRA DO CORDA FAZEM CURSO DE INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO DIGITAL
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
terça-feira, 16 de setembro de 2008
MATERIAIS DIDÁTICOS CURSO DE INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO DIGITAL
sexta-feira, 11 de julho de 2008
MATERIAIS DIDÁTICOS CURSO DE INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO DIGITAL
Os projetos didáticos pedagógicos incentivam e facilitam o uso de diversas mídias no espaço escolar. Dessa maneira, no Curso de Introdução à Educação Digital, incentivamos e orientamos os professores a realizarem projetos didáticos contemplando as mídias existentes na escola.
Por que Trabalhar com Projetos Projetos Didáticos
Entrevista com Vera Grellet (**), Vinicius Signorelli (***) e Regina Scarpa (****)
Esclareça suas dúvidas sobre como usar em sala de aula a metodologia de projetos didádicos
Os especialistas garantem: trabalhar com projetos didáticos é fascinante e surpreendente. Fascinante pela capacidade de envolver até os alunos mais displicentes. Surpreendente por trazer embutido o germe do inesperado. A seguir, você vai ler nove perguntas recorrentes sobre o tema, respondidas por três grandes craques no assunto. São questões que afligem quem nunca se aventurou por esse mundo – e também quem já não é mais iniciante. Nossos convidados são Regina Scarpa, coordenadora geral do Centro de Estudos e Documentação para Ação Comunitária, em São Paulo; Vinicius Ítalo Signorelli, professor de Ciências Naturais e integrante do programa Parâmetros em Ação, do Ministério da Educação; e Vera Grellet, coordenadora de projetos da Redeensinar. Muitas respostas são complementares. Outras revelam pontos de vista diferentes. Prova de que, em educação, você bem sabe, não há uma verdade única, cristalizada.
O que significa trabalhar com projetos didáticos?
Vera Grellet< É partir de questões ou situações reais e concretas, contextualizadas, que interessem de fato aos alunos. Compreender a situação-problema é o objetivo do projeto. As ações e os conhecimentos necessários para a compreensão são discutidos e planejados entre o professor e os alunos. Todos têm tarefas e responsabilidades. É como se fosse uma viagem: estamos em São Paulo (o que sabemos) e queremos chegar a Salvador (o caminho simboliza o que vamos aprender). Temos de decidir o que fazer, o que levar, dividir tarefas. Durante a viagem, teremos também de tomar novas decisões. A aprendizagem se dá durante todo o processo e não envolve apenas conteúdos. Aprendemos a conviver, a negociar, a nos posicionar, a buscar e selecionar informações e a registrar tudo isso.
Vinicius Signorelli< Significa dar aos alunos a oportunidade de aprender a fazer planejamentos com o propósito de transformar uma idéia em realidade. Significa, ainda, ensinar formas de elaborar cronogramas com objetivos parciais, nos quais o trabalho em direção aos objetivos finais é avaliado permanentemente – de modo a corrigir erros de processo ou mesmo de planejamento. Alunos que planejam e implementam projetos aprendem a analisar dados, considerar situações e tomar decisões.
Regina Scarpa< Compartilhar com os alunos uma aprendizagem com sentido. A escola costuma trabalhar conteúdos que não fazem sentido imediato para os alunos. Os projetos didáticos são uma evolução porque, além de tratar os conteúdos programados, eles contextualizam essas aprendizagens na busca de um produto final.
Qual a diferença entre trabalhar com projetos e com temas geradores?
Regina< O tema gerador foi concebido como uma forma de ampliar a interdisciplinaridade. Muitas vezes, no entanto, essa junção era uma "forçada de barra", uma integração artificial e ilusória, porque é difícil explorar bem os conteúdos de tantas disciplinas. Num projeto, os conteúdos estão muito bem definidos, pois as crianças precisam de uma diversidade de situações de aprendizagem sobre um determinado assunto para aprender.
Vera< Os temas geradores são assuntos, não questões ou situações-problema que motivem o desenvolvimento de um projeto. O tema em si não é motivador e geralmente é apresentado pelo professor sem a participação dos alunos.
Signorelli< Tema gerador é uma expressão de muitos significados entre os educadores. Originalmente, é uma proposta pedagógica elaborada por Paulo Freire e composta de uma seqüência de ações envolvendo toda a comunidade escolar (professores, alunos e familiares). O projeto didático é uma idéia mais ampla. O fundamental é que os alunos tenham a oportunidade de imaginar uma ação, traçar um plano para torná-la real num tempo predeterminado, realizar esse plano, controlar o processo, responder aos acontecimentos imprevistos e chegar ao resultado projetado. Do ponto de vista didático-pedagógico, o projeto, uma vez realizado, foi bom se os alunos aprenderam muito, não se o produto ficou bonito ou o resultado bem apresentado.
O tema de um projeto é escolhido pelos alunos, pelo professor ou coletivamente? O que cabe a cada um decidir?
Regina< O tema do projeto deve ser escolhido pelo professor, pois ele sabe os objetivos didáticos e os conteúdos que deseja trabalhar. Isso não quer dizer que não exista lugar para a tomada de decisões dos alunos. Ao contrário. Para que os estudantes de fato compartilhem o projeto, eles têm de ter uma participação ativa. O que faz com que eles gostem de um projeto não é o fato de fazer passeios ou manejar máquinas fotográficas e gravadores, mas a importância de saber claramente o que todos vão produzir e para quem.
Signorelli< Essa questão se relaciona com o objetivo geral da educação básica mais comentado atualmente, que é o desenvolvimento da autonomia. No caso dos projetos didáticos, é preciso estabelecer, em primeiro lugar, o que os alunos já têm condições de decidir sozinhos e deixá-los agir.
Vera< O tema pode ser levado pelo professor, mas os alunos têm de estar interessados em desenvolvê-lo. Além disso, o planejamento para a execução deve ser discutido e negociado. O professor precisa ter clareza das competências que deseja que a garotada desenvolva e dos conhecimentos necessários para isso. Ou seja, cabe a ele criar as condições para que o projeto caminhe: garantir o acesso às informações, a participação de todos e um clima de colaboração e respeito mútuos.
Que decisões o professor precisa tomar antes de dar início a um projeto didático?
Signorelli< É sempre bom lembrar que um projeto didático é uma forma de ação pedagógica. Para colocá-la em prática, é preciso ter um planejamento pedagógico, isto é, fazer escolhas sobre o que será ensinado, como se dará esse processo e como será a avaliação – mesmo que o desenrolar dos acontecimentos transforme as decisões originais. Em seguida, o professor deve imaginar os passos necessários ao planejamento e implementação do projeto junto com os alunos. É esse exercício de imaginação que permite saber quais decisões serão compartilhadas com a turma. Compartilhar aqui tem dois sentidos: explicar adequadamente as razões de uma decisão, quando esta é tomada pelo professor; e orientar claramente a decisão, quando ela será tomada pelos alunos. As decisões compartilhadas são tomadas em razão do potencial de ensino. Para isso, o professor deve se perguntar: "O que meus alunos aprenderão ao tomar essa decisão? Eles estão em condições de tomar essa decisão de forma autônoma ou tenho de monitorá-los?" Se os estudantes são imaturos, assuma o comando. Mas saiba que, quando o professor decide tudo, não há projeto didático.
Vera< Há dois pontos de partida: a questão que justificará o projeto e as competências que serão desenvolvidas na solução da situação-problema. Os conteúdos são ferramentas para compreender os fenômenos e, portanto, devem ser selecionados mais tarde.
Regina< É de responsabilidade do professor conhecer bem as necessidades de aprendizagem dos alunos. Mas, quando ele compartilha um projeto, precisa ter a flexibilidade de mudar algumas etapas previstas. O professor deve encarar o que foi planejado como uma hipótese de trabalho. À medida que algo se torna coletivo, ele pode rever o planejamento.
Um projeto didático precisa ser interdisciplinar?
Vera< A meu ver, sim. Os projetos são interdisciplinares porque partem de questões reais, concretas e contextualizadas.
Regina< Não necessariamente. Num projeto de criação de uma enciclopédia de animais, por exemplo, é obrigatório que os conteúdos de Língua Portuguesa e Ciências Naturais estejam presentes. Mas para que isso aconteça, os conteúdos de Ciências precisam ser definidos previamente pelo professor, assim como os de leitura, escrita e oralidade.
Signorelli< Não. Um projeto didático é um caminho para ensinar algo que faça sentido para os alunos – e que sonhos podem se tornar realidade. Isso pode acontecer em uma única disciplina.
Todo projeto didático deve ter um produto final?
Signorelli< Sim. Projeto é o esforço de criar uma idéia e o trabalho desenvolvido para torná-la realidade. Sem ter algo para realizar, para alcançar ou mostrar, não existe projeto.
Regina< Sim, deve haver um produto compartilhado com os alunos, ou seja, eles se co-responsabilizam pela realização de algo coletivo. O produto escolhido também deve ser próximo das práticas sociais reais dos alunos. O resultado de um projeto pode ser uma ação, como um sarau de poesias, por exemplo. Ou objetos concretos.
Vera< Sim, sem dúvida.
Como é feita a avaliação do que os alunos aprendem com o projeto pedagógico?
Signorelli< Num projeto que envolve mais de uma disciplina, o ideal é que cada professor defina o que quer ensinar e os critérios para avaliar a turma. Além disso, a criação, o planejamento e a implementação de um projeto proporcionam situações em que os estudantes podem aprender valores, atitudes ou procedimentos. Esses conteúdos podem ser trabalhados simultaneamente em mais de uma disciplina e, nesse caso, sua aprendizagem deve ser avaliada coletivamente.
Vera< A avaliação deve ser feita durante todo o processo, pois dela dependem os passos seguintes e os ajustes. Com relação às aprendizagens individuais, podem ser elaborados procedimentos para que cada aluno possa perceber e acompanhar a própria evolução. O produto final também é um elemento importante de controle.
Regina< A avaliação deve ser feita no início do trabalho, durante o processo e no final. Uma boa situação de aprendizagem é aquela na qual o aluno tem um problema a resolver. Por isso, o professor precisa verificar como esse aluno resolve o problema no início do ano e ao longo do desenvolvimento do projeto. Não é preciso criar situações artificiais de avaliação. O ideal é aproveitar a própria situação de aprendizagem. A avaliação não deve servir para categorizar o estudante, mas oferecer indícios de como anda a evolução da classe.
Qual é a duração ideal de um projeto pedagógico?
Vera< Em princípio, ele deve terminar quando todos concordarem que a questão inicial foi respondida. Mas, usando novamente a metáfora da viagem é possível programar uma viagem para um mês e definir as aprendizagens que cabem nesse tempo.
Regina< No Cedac, trabalhamos com projetos que duram um semestre letivo (cerca de quatro meses). Mas eles podem durar um bimestre ou mesmo um ano inteiro.
Signorelli< Depende daquilo que se quer ensinar. Mas é preciso lembrar que os projetos longos (um semestre ou mais) precisam ser muito bem definidos. Caso contrário, podem se perder pelo caminho e desandar.
Como vencer a resistência dos professores que só acreditam em aulas expositivas e dão pouco crédito ao planejamento, discussão e execução coletiva de um projeto?
Regina< O professor formado do jeito antigo não tem parâmetros para essa nova prática e pode criar resistência a ela. Hoje, porém, temos tanta informação que é difícil não mudar o contexto de aprendizagem. Ensinar é fazer aprender. Se os alunos não aprenderam é porque o professor não soube ensinar. Num projeto didático, trabalha-se com procedimentos, conceitos e atitudes como conteúdos de aprendizagem. Numa linha meramente transmissiva, geralmente são trabalhados apenas fatos e conceitos. Já com projetos é importante que os alunos também aprendam procedimentos de estudo, seleção e pesquisa de material. Sem falar no desenvolvimento de atitudes, como ter responsabilidade, exprimir opiniões, fazer escolhas. Eu aconselho esse professor resistente a experimentar um projeto e ver a diferença nos próprios alunos.
Signorelli< O melhor jeito de quebrar a resistência é realizando projetos maravilhosos na escola e explicando a esses colegas como se faz para as coisas acontecerem.
Vera< A experiência de participar de um projeto costuma acabar com qualquer resistência. É só experimentar para começar a gostar
INDICAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS
A Organização do Currículo por Projetos de Trabalho — O Conhecimento É um Caleidoscópio, Fernando Hernández e Montserrat Ventura, 199 págs., Ed. Artmed, tel. (0_ _51) 3330-3444, 31 reais
Projetos Pedagógicos: Cenas de Sala de Aula, Maria Isabel Dalla Zen (org.), 109 págs., Ed. Mediação, tel. (0_ _51) 3311-7177, 19 reais
Transgressão e Mudança na Educação — Os Projetos de Trabalho, Fernando Hernández, 150 págs., Ed. Artmed, 24 reais
O Universo na Sala de Aula — Uma Experiência em Pedagogia de Projetos, Lúcia Lima da Fonseca, 100 págs., Ed. Mediação, 16 reais
________________________________________
(*) Revista Nova Escola Edição Nº146, Outubro de 2001
(**) Vera Grellet: Psicóloga com vinte anos de experiência em formação de professores, trabalhou no Colégio Vera Cruz, de São Paulo. É coordenadora de projetos da Redeensinar
(***) Vinicius Ítalo Signorelli: Físico, lecionou nos colégios Palmares e Galileu Galilei, de São Paulo. Atualmente é consultor do programa Parâmetros em Ação, do Ministério da Educação
(****) Regina Scarpa: Psicóloga e mestre em Educação, participou da elaboração do Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. É coordenadora-geral do Cedac
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Projeto Seduc Itinerante em Barra do Corda
Por: Multiplicadoras NTE/BC
terça-feira, 8 de julho de 2008
UNIDADE INTEGRADA ISABEL CAFETEIRA RECEBE KIT TELECENTRO COMUNITÁRIO
Ministério das Comunicações promove inclusão digital de professores em todo o país
Brasília – Os Correios disponibilizarão novos modelos de computador portátil (lap-tops) por até um mil reais, com frete, entrega e seguro incluídos no valor. O pagamento pode ser à vista ou em até dois anos, com juros baixos e prestações de no máximo R$ 55,00. São cerca de 3,5 milhões de professores que poderão comprar. O ministro das Comunicações, Hélio Costa, participou junto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva do lançamento do Programa Computador Portátil para Professores, nesta sexta-feira (04/07), no Palácio do Planalto.
Hélio Costa afirmou que os computadores adquiridos vão trazer grande impacto positivo ao ensino público ao associar ao Programa Banda Larga nas Escolas, que levará a internet em alta velocidade a todas as escolas públicas do país até 2010.
A participação dos Correios é importante porque a empresa possui seis mil agências, atingindo todo o território nacional. A comercialização dos computadores no site dos Correios terá início pelas capitais a partir de setembro.
O equipamento tem configuração mínima de memória de 512MB, com possibilidade de expansão de mais de 1Gb; unidade de armazenamento de 40 Gb; rede sem fio; software livre, e aplicativos específicos da área educacional.
Por: Multiplicadoras NTE/BC
terça-feira, 3 de junho de 2008
EU, MEU ALUNO E A INTERNET
Nossa forma de pensar e aprender, comunicar-se, registrar e relacionar-se difere muito de nossos educandos. Enquanto nos comunicamos presencialmente ou por telefone, os planejamentos de aulas estão em cadernos ou folhas impressas, nossas pesquisas são feitas preferencialmente em livros, temos TV, CD e DVDs para lazer, nossos alunos fazem tudo isso pelo computador com a internet. Frutos de uma educação cartesiana e especialista, ainda realizamos as atividades de forma estanque, enquanto o jovem realiza tudo, preferencialmente, de forma simultânea. Uma cena comum nos lares dessa aldeia global, o adolescente fica no quarto, msn ativo, Orkut aberto, fazendo download de músicas em MP3, fala ao telefone convencional, passa mensagens pelo celular, olha um programa na TV, ouve música e, com o material didático aberto, ainda estuda para as provas.
Toda essa diferença tem causado um estrondo na escola. É como se tivéssemos pessoas falando idiomas diferentes e ninguém se entende. Os professores reclamam de alunos indisciplinados e desmotivados. Alunos, por sua, vez consideram as aulas monótonas e sem “graça”. Qualquer semelhança com sua escola ou alguma que você conheça não é mera coincidência... É parte da história... Estamos vivendo este desafio não porque somos atrasados ou incompetentes, mas pelo fato puro e simples de que não tivemos tempo de nos prepararmos para isso tudo. A tecnologia chegou e pronto. Rápida e definidamente. Não tem mais volta.
E como fazer para diminuir essa distância com nossos alunos e passar a estabelecer uma comunicação mais eficiente e produtiva com eles? Estabelecendo pontes! E como se faz isso, meu colega? Permitindo-se ser imigrante ou, ao menos, turista neste mundo tecnológico. Temos de nos dispor a aprender o “tecnologês e o internetês”. É fácil? Isso depende de cada um. Sabemos que aprendizagem é processo e que cada um aprende no seu ritmo. E que todos aprendem.
E por onde começar para ser, ao menos, um turista no mundo tecnológico? Em primeiro lugar, é preciso disponibilidade. É necessário querer se apropriar deste conhecimento. Isso internalizando, os passos seguintes são simples e tranqüilos. E não é necessário ir a escolas especializadas. Os melhores professores estão em sala de aula. Essa é uma história que começa teclada a quatro mãos!
Aproveite o conhecimento ferramental com seus alunos para dominara técnica.Transformar informação em conhecimento, construir valores e conceitos corretos, enfim uma sociedade mais humana, cabe a nós professores.Vamos lá:
§ Comece aprendendo sobre a ferramenta de e-mail. Instrumento fundamental na web.
§ Comece a navegar por sites e portais educacionais se afiliando aos mesmos. Nesses sites, você encontrará outros endereços interessantes, sugestões para aulas, trocas de experiências com outros docentes e um mundo de possibilidades pedagógicas.
§ Depois, você pode montar um site pessoal ou blog. Os grandes portais oferecem ferramentas bem simples e gratuitas para montar o seu espaço na web. Exercícios, textos complementares, descritivos de pesquisas escolares, enfim, tudo fica hospedado na página pessoal e é acessado diretamente na página pessoal e é acessado diretamente por seus alunos.
COMO UTILIZAR ESSA FERRAMENTA DE FORMA DIDÁTICO - PEDAGÓGICA ?
A tecnologia é um meio, e não um fim. Ou seja, os recursos tecnológicos complementam todas as ações que já realizamos na escola, desde livros, vídeos, feiras de ciências, teatros e tudo mais.
O essencial é perceber, com bom senso, o que é mais adequado para o momento atentando-se ao perfil e às necessidades pedagógicas da turma, ao conteúdo a ser trabalhado, ao tempo disponível e à aplicabilidade.
Tecnologia pressupõe planejamento! Nada de simplesmente ir ao laboratório e sugerir uma pesquisa livre. Isto é absolutamente improdutivo e perigoso. Você nunca sabe o que pode vir! (Experimente digitar “cavalo” num buscador de imagens e aterrorize-se!). O uso do laboratório de informática seja para uso da internet, softwares educativos ou aplicativos, deve ser oriundo de um conteúdo acadêmico. A aula nasce para atender um objetivo pedagógico e utilizam-se de alguns recursos educacionais, entre eles, os tecnológicos. Logo o conteúdo é apresentado em sala de aula e ampliado no laboratório ou vice-versa. E o principal são os objetivos pedagógicos a serem atingidos.
Se realmente quiser propor aos alunos uma pesquisa, delimite a busca, indicando pelo menos cinco sites. Será produtivo e seguro para você e o grupo. Cada vez que realizar uma atividade pedagógica virtual, registre no caderno dos alunos. Exemplo: “O conteúdo ´Célula´ da unidade I foi abordado no site http:www.talecoisa.com.br no laboratório de informática”. Permita que os trabalhos dos alunos sejam apresentados em sites ou blogs. Há ainda as web-quests que são uma metodologia específica para trabalho pedagógico na web. Você também pode pesquisar lista de fóruns e debates onde se discutem assuntos de seu interesse, inclusive os acadêmicos - um número enorme de professores se interessa em contribuir e trocar experiências entre docentes. Ainda existe a possibilidade se desenvolver uma atividade colaborativa, envolvendo grupos de escolas e cidades. Seja imigrante neste maravilhoso mundo virtual e faça parte da realidade de seu estudante! Você, seus alunos a Internet: uma história que se tecla a muitas mãos.
Professor Especialista Graduado em Filosofia pela FAEME e História pela UEMA. Especialista em Docência do Ensino Superior pela Universidade Cândido Mendes e pós-graduando em Mídias na Educação/UFMA/MEC.
sexta-feira, 16 de maio de 2008
NTE DE BARRA DO CORDA INICIA CAPACITAÇÃO DOS PROFESSORES DAS ESCOLAS ESTADUAIS
O Curso de introdução à educação digital oferecido pelo MEC teve início neste dia 12/05/08 nas 06 escolas estaduais de Barra do Corda. Nesta primeira semana estão participando da capacitação 50 professores do Ensino Fundamental - turno matutino. Na próxima semana participarão os professores do turno vespertino e depois os do noturno, de forma que seja oportunizado a todos os professores das escolas que possuem laboratório de informática. Com 40 horas, o curso de introdução à educação digital, inicialmente oferecido, tem o objetivo de preparar professores para utilizar computadores e internet. Será oferecido também o outro curso tecnologias na educação, somando o total de 140 horas e visa estimular professores a planejar e utilizar as tecnologias da informação e comunicação dentro da sala de aula. O primeiro curso fundamenta os professores para o conhecimento do Linux Educacional, já que todas as escolas operam com este novo sistema e integra um conjunto de políticas públicas voltadas para a inclusão digital. Espera-se que todos os profissionais da educação façam adesão a este processo formativo. Porém, é bom lembrar que não basta aderir ao curso é importante que haja uma reflexão sobre o uso das tecnologias digitais e as possibilidades de mudanças que possam acontecer em sua trajetória pessoal e profissional.Multiplicadoras do NTE/BC
segunda-feira, 7 de abril de 2008
MULTIPLICADORAS DO NTE/BC VIAJAM PARA PARTICIPAR DO ENCONTRO SOBRE AS TECNOLOGIAS EM FORTALEZA - CE
As multiplicadoras do NTE/BC, Profª. IRENE LIMA CHAVES e Profª. MARIA VANDA DE SOUSA ARAÚJO participarão do encontro nos dias 09 a 11/04/2008 em Fortaleza – CE. Também participarão desse encontro os professores multiplicadores de Caxias, Timon, Imperatriz, Balsas, Santa Inês, Bacabal, Barra do Corda, Presidente Dutra, Pinheiro, Itapecuru e São Luís. Além do Maranhão, o encontro reunirá professores multiplicadores dos seguintes estados: CE, PI, RO, RR, MS, RJ, SC e DF. Esse encontro tem como objetivo socializar a proposta do Programa Nacional de Formação Continuada em Tecnologia Educacional e faz parte das ações do Ministério da Educação que nos meses de abril, maio e junho, ofertará os cursos: Introdução à Educação Digital e Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as TICs. O objetivo do curso de Educação Digital é familiarizar, motivar e preparar os professores para a utilização de recursos básicos de computadores e internet. Esses computadores já trazem o sistema operacional Linux Educacional, software livre especialmente criado para as escolas públicas brasileiras, contendo diversos conteúdos e ferramentas de produtividade. Neste primeiro momento, os cursos serão destinados aos professores e gestores de escolas da rede pública de ensino que tenham recebido laboratórios de informática do ProInfo.O MUNICÍPIO DE PRESIDENTE DUTRA É CONTEMPLADO COM UN NTE
OFICINA DE LINUX EM FERNANDO FALCÃO
A equipe do NTE/BC esteve presente no dia 28 e 29/03/2008, no município de Fernando Falcão realizando mais uma oficina de Linux Educacional na Unidade Integrada Felicidade de Matos anexo do CE Prof. Galeno Edgar Brandes. Este trabalho faz parte das ações do Plano 2008 do NTE que visa oferecer oficinas no Sistema Operacional Linux para os professores das escolas contempladas com laboratórios de informática, antes de passarem pela capacitação oferecida pelo MEC. Nas oficinas, as multiplicadoras orientam sobre o uso dos aplicativos básicos do Linux, além de apresentar a pasta do Ministério da Educação que contem os objetos do RIVED, as obras literárias do domínio público, os videos do Projeto DVD na Escola e os hinos do acervo. Participaram deste encontro 25 profissionais da rede estadual e municipal. O NTE agradece a parceria firmada entre a Secretaria de Educação daquele município na pessoa da Profª. Rosângela Cavalcante e a Diretora da Unidade Integrada Felicidade de Matos, Profª. Crézia Antonia de Paiva Santana pelo apoio prestado.Por: Multiplicadoras do NTE/BC
segunda-feira, 17 de março de 2008
OFICINAS DE LINUX SE ESTENDEM POR MUNICÍPIOS VIZINHOS
O NTE/BC continua oferecendo oficinas de Linux Educacional também aos municípios vizinhos. Nesta sexta-feira, 14 de março a equipe se dividiu entre Jenipapo dos Vieiras e povoado Copaíba. A visita a essas localidades faz parte de um trabalho de parcerias entre NTE e Secretaria de Educação desses municípios. As atividades nas escolas estão sendo bastante proveitosas. A receptividade por parte de todos os envolvidos é sempre muito boa, não esquecendo de citar o entusiasmo e comprometimento desses profissionais que se fizeram presentes nessas oficinas. A equipe do NTE só tem a agradecer aos secretários pelo apoio prestado. Essas oficinas têm como objetivo, proporcionar aos professores das escolas que receberam os LIE’s um primeiro contato com o novo Sistema Operacional. Foi um dia descontraído e de muita expectativa no tocante ao desenvolvimento de atividades pedagógicas com o uso dessas mídias.Multiplicadoras do NTE/BC
domingo, 9 de março de 2008
APAE/BC COMEMORA ANIVERSÁRIO DE 04 ANOS DE CRIAÇÃO E INAUGURA LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA

Por Multiplicadoras do NTE/BC